GCRR estreia “Os meninos à roda da mamã” com lotação esgotada

Peça pode chegar a mais freguesias do concelho já em setembro

 

Nos passados dias 7, 8, 9 e 15 de junho, o GCRR Grupo Cultural e Recreativo de Rossas estreou a sua última peça de teatro, “Os meninos à roda da mamã”, de Henrique Santana, no salão do Centro Cultural de Rossas. O espetáculo que teve adaptação de Miguel Brandão, encenador da associação, esgotou bilheteira nas quatro sessões em que foi exibida, e poderá voltar a palco, noutras freguesias do concelho, já em setembro.

 

Após assistirem a “Os meninos à roda da mamã”, interpretado por outra associação, e de terem gostado “muito” do que viram, o GCRR decidiu que esse seria o seu próximo trabalho. Também da autoria de Henrique Santana, tal como “O leitinho do nené”, o passo seguinte foi apenas “seguir o caminho normal, adquirir o texto, os direitos de autor, escolher o elenco, ensaios”, até chegar “finalmente o dia da estreia”, tal como referiu Miguel Brandão.

 

 “Só temos de estar completamente gratos a todo o público que nos acarinha”

 

À semelhança do que aconteceu com os seus últimos trabalhos, os bilhetes para as três primeiras datas anunciadas “esgotaram rapidamente”, de forma que tiveram de fazer um quarto espetáculo “numa data extra”, que também esgotou. “Só temos de estar completamente gratos a todo o público que nos acarinha de tal forma que não se consegue descrever por palavras”, acrescentou o responsável.

A principal inspiração do grupo é o “legado deixado” pelos seus “antepassados”, uma vez que o encenador afirmou que Rossas é “terra de Teatro, bom teatro”. “Nunca nos desviamos dessa linha”, e, pelo menos, “desde 1922 há teatro em Rossas”.

A semente daquilo que mais tarde viria a ser o Grupo Cultural e Recreativo de Rossas, que foi fundado a 11 de junho de 1981, surgiu pela mão de Palmira da Silva Brandão e de Joaquim de Pinho Brandão, ( os criadores do que na altura ficou conhecido como o “grupo da canalha”), e que teve uma primeira atuação em agosto de 1977. Foi a partir daí que nasceu a associação. “São sobretudo esses, e todos os outros que passaram já por esse palco (e foram tantos), que temos a responsabilidade de homenagear a cada novo espetáculo. Se hoje temos muito sucesso é porque houve alguém que nos facilitou a vida e nos foi abrindo o caminho a seu tempo”, confessou o associado.

Fotos: Carlos Pinho

“A nossa inspiração é e sempre será o legado deixado pelos nossos antepassados”

*Artigo completo na próxima edição impressa dia 5 de julho nas bancas;

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